Qual variedade adotar para as suas condições – Maior produtividade a Custos Reduzidos

Descrição do curso

Sob o contexto de uma cafeicultura moderna, a escolha da variedade deve ser feita de modo extremamente criterioso, pois, do contrário, o produtor pode ter um grande arrependimento futuro. O ideal é que a variedade apresente características vantajosas para as condições em que será cultivada. Atualmente, o Brasil já dispõe de novas variedades, com características importantes e diferenciadas tais como melhor desempenho produtivo, bom vigor, resistência à doenças e pragas e alto potencial de qualidade, o que permite que os cafeicultores tenham custos reduzidos e maior rentabilidade na atividade. Deste modo, este curso tem como objetivo gerar o conhecimento necessário para a adoção das melhores variedades disponíveis no mercado, conforme a condição de cada região e do sistema de manejo adotado. Para tanto, o curso aborda: origem, características agronômicas e tecnológicas e recomendação das cultivares de café arábica mais adaptadas para cada região cafeeira.

Categoria: Cultura de Café

Professores

Carlos Henrique Siqueira de Carvalho 

Graduado em Eng. Agronômica pela Universidade Federal de Viçosa, MG, Carlos Henrique é Pesquisador da Embrapa Café junto à Fundação Procafé, possui Mestrado em Fisiologia Vegetal (UFV), Doutorado em Genética e Melhoramento de Plantas pela Purdue University e é coordenador do Laboratório de Biotecnologia da Fundação Procafé, tendo realizado inúmeros experimentos em várias áreas da cultura cafeeira. Além de ter realizado diversas palestras e publicado inúmeros trabalhos científicos sobre temas relacionados à cafeicultura, é também professor acadêmico no curso de Pós Graduação em Cafeicultura (Uniube/Procafé) nos módulos de Botânica, Morfologia e Fisiologia e Técnicas de Melhoramento e Desenvolvimento de Cultivares. Ademais, ressalta-se que Carlos Henrique possui forte atuação em processos de multiplicação do cafeeiro e melhoramento genético.

José Braz Matiello

Graduado em Eng. Agronômica pela Universidade Federal de Viçosa, em 1965. Trabalhou inicialmente no Ministério de Agricultura como pesquisador, por 8 meses e logo no Instituto Agronômico de Campinas, também como pesquisador, por 2 anos, publicando 7 trabalhos sobre virologia de plantas. Entrou no Instituto Brasileiro de Café (IBC), em 1968, por concurso, em primeiro lugar, como Engenheiro Agrônomo, sendo responsável pela equipe de pesquisa e assistência técnica do Órgão, coordenando uma equipe de mais de 400 técnicos, no planejamento e execução do Plano de renovação e revigoramento de cafezais, que implantou cerca de 2 milhões de hectares de novas lavouras no Brasil e do Plano de pesquisa e de controle da ferrugem do cafeeiro. Nesse período também foi responsável pela criação de 12 fazendas experimentais e pela coordenação e execução das 45 edições anuais do Congresso Brasileiro de Pesquisas Cafeeiras. Durante os últimos 32 anos no IBC foi chefe do Departamento de Pesquisas Tecnológicas. Aposentado do IBC, entrou para o Ministério da Agricultura, Programa PROCAFÉ e para a Fundação Procafé, um programa de apoio tecnológico à cafeicultura, em convênio com as Cooperativas de Cafeicultores, onde trabalha desde 1992 até o presente. A vasta produção intelectual sobre cafeicultura foi difundida através de 21 livros publicados, 127 boletins técnicos, 1987 trabalhos de pesquisa, mais de 3000 palestras, organização e ministração de mais de 450 aulas em cursos, assessorias técnicas em quase todos os países cafeeiros, no Continente Americano (Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Nicarágua, Bolívia, México, Venezuela, na África, Ásia e Oceania (Missão de ajuda em 2 viagens ao Timor Leste). Foi consultor da FAO, com missões de ajuda em vários países cafeeiros. Participou de viagens de estudo a diferentes países africanos, (Kênia, Tanzânia, Angola e Moçambique) e na Europa (Itália, Alemanha, Inglaterra, Espanha e Portugal). Foi editor da revista Coffea e mantem os programas Procafé Online e Procafé atende. Dá consultoria em um grande número de fazendas, para desenvolvimento de cafeicultura em diferentes regiões do Brasil. Criou mais de 20 novas variedades de café com resistência à ferrugem. Em resumo, trabalha com cafeicultura há 52 anos, nas áreas de pesquisa, desenvolvimento e difusão de tecnologia.

Lucas Bartelega 

Graduado em Eng. Agronômica pelo Centro Universitário do Sul de Minas, Lucas, que é produtor rural (cafeicultor), incorpora o experiente quadro de Pesquisadores da Fundação Procafé, possui Especialização em Cafeicultura pela Universidade de Uberaba, Mestrado em Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas pela Universidade Federal de Lavras e é coordenador do Departamento de Sementes da Fundação Procafé, tendo conduzido mais de 200 experimentos em diversas áreas da cultura cafeeira. Além de ter realizado inúmeras palestras e publicado inúmeros trabalhos científicos sobre temas relacionados à cafeicultura, é também professor acadêmico no curso de Pós Graduação em Cafeicultura (Uniube/Procafé) no módulo sobre Indicação de Cultivares. Ademais, ressalta-se que Lucas possui forte atuação na área de melhoramento genético do cafeeiro.

Saulo Roque de Almeida

Graduado em Eng. Agronômica pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Saulo, que é produtor rural (cafeicultor), possui mestrado em Agronomia (Fitotecnia) pela Universidade Federal de Lavras (1981), com a dissertação comparação de fungicidas no controle da ferrugem e cercosporiose do cafeeiro. Trabalhou na EMATER de 1967 a 1969, IBC de 1970 a 1989, MAPA de 1990 a 1998. Faz parte do seleto grupo de Pesquisadores da Fundação Procafé e integra seu Conselho Técnico. É Bolsista do Consórcio Pesquisa e Café desde 2004 até o período atual e atua principalmente nos seguintes temas: cultivares de café, cafeeiro, Catucaí, melhoramento genético e genótipo. Ademais, Saulo é considerado um dos maiores profissionais a nível mundial no quesito melhoramento genético e desenvolvimento de novas cultivares de café.

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