Controle de Mato – Como Reduzir Prejuízos e Aproveitar Vantagens

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    • Material de Apoio - Controle do Mato
    • Aula 01 - Importância, tipo de ervas e época de controle
    • Aula 02 - Modos e Sistemas de Controle
    • Aula 03 - Capina Química ou Controle com Herbicidas
    • Aula 04 - Polêmica sobre o uso do Glifosato - Combinação de Sistemas e outros modos de controle
  • Avaliação do Curso
    • FICHA DE AVALIAÇÃO PLATAFORMA PROCAFÉ

Descrição do curso

 O mato nos cafezais, por um lado, pode representar concorrência em água, luz e nutrientes, mas, por outro, pode trazer benefícios na proteção do solo, e na reciclagem de nutrientes. Assim sendo, seu controle deve ser bem feito de modo a reduzir prejuízos e aproveitar suas vantagens. Neste sentido, este curso aborda a importância do controle do mato, mostrando a concorrência e o tipo das ervas, as épocas, os sistemas e equipamentos para controle, podendo ser mecânicos, manual e químico e, ainda, trata de seus custos.




Categoria: Cultura de Café

Informações gerais

Objetivo

O curso sobre controle do mato em cafezais objetiva mostrar as melhores práticas para reduzir a concorrência do mato com os cafeeiros. Na primeira parte detalha os diferentes tipos de ervas daninhas e analisa as perdas, provocadas por elas, sobre a produtividade dos cafeeiros. Segue detalhando a época e os modos adequados de controle do mato, indicando os equipamentos e produtos a serem usados, nos diferentes sistemas de controle - manual, mecânico e químico, além de métodos alternativos. No final apresenta diferentes combinações de métodos de controle, comparando o seu custo.

Público-alvo

Produtores de café, técnicos agrícolas, estudantes de agronomia, agrônomos 

Metodologia

Exclusiva Cresça Mais ®

Certificado

O Certificado será emitido após a conclusão de 100% das aulas.

Professores

José Braz Matiello

Graduado em Eng. Agronômica pela Universidade Federal de Viçosa, em 1965. Trabalhou inicialmente no Ministério de Agricultura como pesquisador, por 8 meses e logo no Instituto Agronômico de Campinas, também como pesquisador, por 2 anos, publicando 7 trabalhos sobre virologia de plantas. Entrou no Instituto Brasileiro de Café (IBC), em 1968, por concurso, em primeiro lugar, como Engenheiro Agrônomo, sendo responsável pela equipe de pesquisa e assistência técnica do Órgão, coordenando uma equipe de mais de 400 técnicos, no planejamento e execução do Plano de renovação e revigoramento de cafezais, que implantou cerca de 2 milhões de hectares de novas lavouras no Brasil e do Plano de pesquisa e de controle da ferrugem do cafeeiro. Nesse período também foi responsável pela criação de 12 fazendas experimentais e pela coordenação e execução das 45 edições anuais do Congresso Brasileiro de Pesquisas Cafeeiras. Durante os últimos 32 anos no IBC foi chefe do Departamento de Pesquisas Tecnológicas. Aposentado do IBC, entrou para o Ministério da Agricultura, Programa PROCAFÉ e para a Fundação Procafé, um programa de apoio tecnológico à cafeicultura, em convênio com as Cooperativas de Cafeicultores, onde trabalha desde 1992 até o presente. A vasta produção intelectual sobre cafeicultura foi difundida através de 21 livros publicados, 127 boletins técnicos, 1987 trabalhos de pesquisa, mais de 3000 palestras, organização e ministração de mais de 450 aulas em cursos, assessorias técnicas em quase todos os países cafeeiros, no Continente Americano (Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Nicarágua, Bolívia, México, Venezuela, na África, Ásia e Oceania (Missão de ajuda em 2 viagens ao Timor Leste). Foi consultor da FAO, com missões de ajuda em vários países cafeeiros. Participou de viagens de estudo a diferentes países africanos, (Kênia, Tanzânia, Angola e Moçambique) e na Europa (Itália, Alemanha, Inglaterra, Espanha e Portugal). Foi editor da revista Coffea e mantem os programas Procafé Online e Procafé atende. Dá consultoria em um grande número de fazendas, para desenvolvimento de cafeicultura em diferentes regiões do Brasil. Criou mais de 20 novas variedades de café com resistência à ferrugem. Em resumo, trabalha com cafeicultura há 52 anos, nas áreas de pesquisa, desenvolvimento e difusão de tecnologia.

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